Um Infinito Efêmero
Vivo o passageiro de forma intensa, tornando infinito cada momento efêmero...
sábado, 30 de julho de 2011
Quantas vezes...
Quantas vezes pouco,
Quantas vezes indiferente,
Quantas vezes tudo ao mesmo tempo,
Mas ao mesmo tempo nada!
Mas o nada, nunca tem sentido algum,
Porque o nada é o sentido,
Mas se nada tem sentido,
Que sentido o sentido tem?
É, não tem sentido...!
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