terça-feira, 31 de maio de 2011

Quem sou eu?

Por vezes tendemos a pensar que a vida é uma rotina e que, a vida se faz rotina. Às vezes sou assim, uma rotina! Porém, na realidade, a vida, assim como eu mesma sou, é uma caixinha de surpresas. Sim, eu sou literalmente uma caixinha de surpresas!

Sou tudo aquilo que ficou nas entrelinhas. Não, eu não sou o menos importante do todo, mas o detalhe que faz a diferença. Sim, eu sou a diferença! Não sou magnífica, só não sou igual aos demais...Sou única em aparência e essência...

Das estações do ano, sou o outono e a primavera, estações transitórias. É, sou muito transitória! Assim como sou Edgar Allan Poe, Clarice Lispector, Machado de Assis e Samuel Becket, sou também o Escudeiro.

Sou as luzes alaranjadas da cidade, ao cair da noite. Sou o sol que nasce enquanto todos ainda dormem.

Sou pães, queijos, massas e carnes. Sou chocolate, coca-cola e batata frita.

Sou livros. Revistas. Internet. Cinema. Rádio. Já fui rock, pagode e até sertanejo, mas hoje sou eclética (só não escuto funk).

Sou um arco-íris de cores, mas prefiro o roxo. Sou gremista. Sou cabelo liso. Sou jeans. Sou avião. Sou carro de passeio. Sou a pé.

Sou PJM. Sou estudante. Já fui voluntária. Hoje sou bolsista.

Sou o "tau". Sou o tênis da Adidas. Sou casaco comprido.

Sou "Tristão e Isolda". Sou "Doce Companhia". Sou "Romeu e Julieta". Sou "O Caçador de Pipas". Sou "O Monge e o Executivo". Sou "O Dom Casmurro". Sou contos infantis. Sou "O Diário da Princesa".

Sou crônica. Sou conto. Sou poema. Sou romance.

Sou Língua Portuguesa. Sou Literatura. Sou Redação. Sou o curso de Letras!

Sou a minha família. Sou os companheiros do dia a dia.

Não sou um emaranhado de super amigos, mas os poucos, ou que "posso contar nos dedos", são os que mais alegram meus dias.

Sou abajur. Sou tapetes. Sou sofás. Sou mezanino.

Sou mais cama que mesa, porém tenho dormido pouco. Mais flor que fruta. Mais doce que salgado. Mais música que silêncio. Mais social do que sozinha.

Sou telefone sem fio. Sou "Canta e Dança". Sou professora dos meus ursos. Sou lanche partilhado.

Sou "perguntinhas". Sou "confesso que". Sou "nem sabe". Sou "prometo que"...E todas essas brincadeiras de msn.

Sou estrela. Sou pôr-do-sol. Sou anjo da guarda.

Sou um poço profundo. Sou poça d'água. Sou lagoa, mar, e tudo o que há de intenso, efêmero e infinito.

Não sou muito de esportes. Meu exercício é mental.

Sou cadernos. Sou canetas. Sou polígrafos. Sou marca texto.

Sou a "Tai", "Liline", "Tatah" e quando o assunto é sério: me chamam de Tailine.

Sou contradição. Repetição. Subjetividade em tudo o que é objetivo.

Sou teimosia. Neurose. Seriedade. Mas não sou a Cuca, sou a Bruxonilda! Sim, minha personalidade é um tanto maluca!

Não sou bichinho de estimação. Sou Partor Alemão, Fila, e animais maiores.

Não sou patricinha, nem rebelde sem causa. Procuro ser "normal" dentro da minha diferença.

Às vezes sou novela, mas não novela adolescente...Mas aquelas das nove.

Sou sucinta, mas o que digo é o suficiente para perceber que o que não digo é o que sempre precisei dizer. Afinal, como já disse: Sou a entrelinha. E eu não tinha dito que era repetição? Lá venho novamente para falar de entrelinhas!

É engraçado pensar em "quem sou eu". Essa pergunta já me foi feita inúmeras vezes, mas, como sou o que não foi dito, sempre parece faltar algo. Afinal, eu sou mutável. Uma metamorfose ambulante. E isso me lembra que sou também Raul Seixas.

Sou as mais diversas artes, menos as exatas. Das alunas, não sou a CDF, nem mesmo as relachadas. Procuro me esforçar.

Não sou romântica, mas tenho momentos de profundidade. Sou toque. Sou olhar intenso. Sou o desejo de mudança! Sou sonhadora.

Sou silêncio ensurdecedor. Mas sou também palavras... E quando começo a falar: Jesus!

Sou sentimentos, sensações inquietantes. Sou mutante!

Sou tímida, mas, por vezes, consigo me superar! Sou "uma pilha de nervos", mas contribuo com as pessoas que estão à minha volta. Sou "criança grande". Sou jovem apóstola de jovem. Sou um turbilhão de pensamentos!

Alguns me vêem como "água parada". Outros, como furacão. Mas, na verdade, sou o limiar de toda e qualquer definição.

Sou tantas coisas, que acabo muitas vezes me perdendo no nada. Sou tudo aquilo que citei, e o que ficou por trás das palavras.

Quem sou eu? Bem, meu nome é Tailine Castilhos de Oliveira... Ou "Tai", como prefiro ser chamada...Um infinito efêmero!

terça-feira, 24 de maio de 2011

O sol irradiava ao fim daquela tarde...
A noite caía e trazia a cor alaranjada das luzes da cidade.
Eles, sentados nos bancos, por entreolhares, diziam o que há tempos as palavras não pronunciavam.
E agora, às margens da plenitude, envoltos por abraços fraternos, buscam retomar o que o destino levou...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Se agimos rápido, somos sem escrúpulos, e sem responsabilidade;
Se damos tempo ao tempo, o tempo nos atropela e ficamos cobertos pelas entrelinhas;
Mas então, caro leitor, como se deve agir, quando as ações já não se fazem, ou fazem, mas ninguém percebe, ou entende? Como saber que passo dar, quando nossos pés estão presos ao chão? E quando estão nas nuvens?

...Por onde será que andam as minhas pegadas? Será que ficaram sobre algum caminho?
Qual é a imagem que passamos para as pessoas? E qual é a imagem que pensamos que passamos? Mas qual é a imagem? São tantas, que já não sei mais...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Isso me incomoda e inquieta...Mas eu não consigo ir contra...
Certa vez, alguém me disse: "se isso te incomoda é porque algo está errado, algo está 'fora do lugar'". Mas isso eu sei, o que eu não sei, é como e por quê...
Um pouco cansada de tentar, um pouco cansada de buscar o que não sei o que é...Um pouco cansada de depositar muito ou nada em mim... Gostaria apenas de parar um pouco e olhar pela janela...
Tenho me sentido realizada com momentos, e não com situações...Só não sei porque isso é tão errado...Gostaria que não fosse...

domingo, 15 de maio de 2011

Alguns: Humanos demais, angelicais de menos...

Outros: Angelicais demais, humanos de menos...

sábado, 14 de maio de 2011

As lembranças vêm na mala pra me atormentar...
O erro com a intenção do acerto é, na verdade, uma busca constante por algo, mesmo que esse algo pareça tão confuso...
Viver, simplesmente viver...Sentir, simplesmente sentir...O quê? Isso não importa muito...

quarta-feira, 11 de maio de 2011

São muitos afazeres, muitos compromissos, muitos rostos, muitos encontros, muitos desencontros, muitos acasos, muitas lembranças, muitos amores, muitas alegrias, muitas inseguranças, muitas incertezas, muitos olhares, muitos gestos, muitos cuidados, muitos descuidos...Mesmo este blog em que estou postando, mesmo ele, que era para ser como um diário, já que tem a chave de toda a minha alma, não tem tido o tempo merecido...Será que estou me abandonando? Impossível estar! Se estivesse, não teria essas coisas todas que citei, porque tudo isso, embora pareça me desgastar, me completa e me faz o que sou. Se sou um amontoado de esgotamento? Não, já dizia aquele ditado antigo: "Deus não nos dá uma cruz maior do que possamos aguentar!"...

domingo, 8 de maio de 2011

sábado, 7 de maio de 2011

Do nascimento à morte, embora envoltos de muitas pessoas, estamos sós...Sozinhos em nós mesmos...

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Os dois lados de uma moeda sempre tem os dois lados...Não, isso não é tão óbvio como parece...

Infelizmente, não podemos ter tudo... " :/ "

Muitos "adeus" e muitas "chegadas"...

Acho que tudo o que vivemos são sinais...
Os "adeus" nunca foram em vão...
As chegadas e as partidas são consequência de tudo o que vivemos e colocamos em prática...
Nem sempre as decisões são as melhores, porém, acredito os sentimentos não são para fazerem sentido...
Não sei o motivo daquele chamado, nem mesmo aquele "acho melhor pararmos por aqui", mas a vida é assim: Muitos "adeus" e muitas "chegadas"!



Sei que ainda haverá outros destes episódios, mas, pelo menos sei que já estarei um pouco mais preparada...

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Onde eu encontro as respostas: Na razão ou na emoção?
...Mas se bem que seria muito mais simples pensar com o coração e sentir com a razão...

When you look me...

Ações dizem muito mais do que palavras, por isso escrevo tudo por entrelinhas...O espaço da ação toma conta de toda e qualquer palavra! Já não bastam palavras...As palavras não cabem mais no papel, ou melhor: as AÇÕES não cabem mais no papel...